ARISP participa de oficina para magistrados de seis Estados brasileiros na Enfam

A Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo – ARISP – participou nesta terça-feira, 25 de junho, da quinta edição do Curso de Iniciação Funcional de Magistrados, promovido pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), órgão vinculado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), e que reuniu mais de 130 magistrados de seis Estados brasileiros.

Kátia Parente, Juíza Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Pará e Flauzilino Araújo dos Santos, presidente da ARISP

Kátia Parente, Juíza Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Pará e Flauzilino Araújo dos Santos, presidente da ARISP

A programação incluiu 14 palestras e oficinas. Durante o evento foram abordados temas como a superlotação do sistema carcerário; o sub-registro civil; os benefícios previdenciários que mais demandam a Justiça; a política nacional antidrogas; o papel do Judiciário no combate às drogas; o Bacenjud e o Renajud; o Sistema de Investigação de Movimentações Bancárias (Simba); a gestão cartorária; bem como questões mais abrangentes.

Os serviços extrajudiciais foram abordados em oficinas de trabalho. Coordenaram as oficinas Kátia Parente, Juíza Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça do Pará; Marcelo Tossi, Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça; Raquel Santos Pereira Chrispino, Juíza de Dir. do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; Flauzilino Araújo dos Santos, Presidente da ARISP; José Carlos Alves, Presidente do IEPTB-SP; Marcelo Salaroli de Oliveira, Diretor da ARPEN-SP; Mário de Carvalho Camargo Neto, da Anoreg-BR e Ubiratan Pereira Guimarães, presidente do CNB-CF.

DSC_0113Para o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Doutor José Marcelo Tossi Silva, “A presença dos notários e registradores nestes eventos de capacitação da Enfam são essenciais”, disse Marcelo Tossi. “Muitos destes novos juízes estão em comarcas pequenas, de varas únicas e têm que fiscalizar e responder dúvidas levantadas por notários e registradores, assim, ter acesso ao conhecimento de profissionais gabaritados destas especialidades os ajuda muito nesse processo, além de fortalecer o próprio Poder Judiciário”, completou o juiz auxiliar do CNJ.

“A matéria sobre registros públicos é pouco abordada na formação dos profissionais do Direito e, agora como juiz, tenho pouco conhecimento do assunto, por isso vejo como essenciais estas oficinas e  troca de conhecimento, pois se trata de uma atividade muito importante e com iniciativas muito interessantes para todo o conjunto da sociedade”, disse Diogo Gomes, juiz de Pombal, no Estado da Paraíba.

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*Com informações do CNB-CF e Enfam.

Imagens: CNB-CF

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