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Cartório premia vencedores do 1º Festival de Paródias das Escolas Estaduais de Diadema

premiacaoA manhã chuvosa desta quarta-feira (24) não abalou a empolgação dos alunos das 15 finalistas do 1º Festival de Paródias das Escolas Estaduais de Diadema, que lotaram o Teatro Clara Nunes. Participaram desta primeira edição estudantes de 42 instituições estaduais, que apresentaram trabalhos para três categorias: rap, com tema meio ambiente; samba sobre moradia; e hip hop com temática sobre educação.

Os grupos finalistas foram escolhidos após as etapas escolar e regional. Os três primeiros de cada categoria receberam prêmios de R$ 500 (1º lugar), R$ 300 (2º), e R$ 200 (3º). Também foram premiadas com R$ 400 as escolas que venceram as categorias.
As três escolas vencedoras foram EE Origenes Lessa, na categoria rap/meio ambiente; EE Anecondes Alves Ferreira, na hip hop/educação; e EE Soldado José Iamamoto, na ca­tegoria samba/moradia.

O Festival de Paródias, que integra o Projeto Florescer, é uma iniciativa da oficiala Patrícia André de Camargo Ferraz, res­ponsável pelo Cartório de Re­gistro de Imóveis de Dia­dema, em parceria com a Diretoria de Ensino – Regional Diadema, e contou com apoio da Prefeitura de Diadema.

Para a diretora de ensino de Diadema, Liane de Oliveira Bayer, o festival foi um momento de aprendizado que os alunos levarão para a vida toda. “Este 1º Festival de Paródias foi pautado no aprendizado. Porém, para nós e para os alunos foi um momento de aprendizagem com muita alegria, com música, que é o que os alunos mais gostam. As apresentações durante as etapas abriram os horizontes para eles. Os alunos começaram a se enxergar como sujeitos da própria vida e que basta se dedicar que eles conseguem (atingir os objetivos). O patrocínio do cartório, da dra. Patrícia, foi fundamental, porque ela nos ajudou na organização e na premiação, que é muito importante, porque as pessoas se sentem valorizadas. Essa motivação e valorização também do trabalho do professor é essencial para o crescimento. Para os alunos, este momento não será esquecido”, destacou.

Patrícia Ferraz destacou a importância da educação e dos professores na vida das pessoas. Afirmou, ainda, que o objetivo do Projeto Florescer é provocar a reflexão sobre temas que impactam o cotidiano das crianças e jovens, estimulando o espírito crítico construtivo. “Sempre estudei em escola pública, inclusive, fiz uma universidade pública. Por isso, sei a importância do estímulo à educação pública com ações como esta”, pontuou.

SEGUNDA EDIÇÃO

Segundo Patrícia, o festival superou as expectativas e já está em planejamento a segunda edição no próximo ano. “Os alunos incorporaram o espírito do Festival de Paródias. Abordaram as questões que são importantes no dia a dia, como a evasão escolar, superar os desafios, a questão da moradia. É um banho de esperança no momento que estamos passando no país. São, realmente, o futuro do Brasil. Porém, nada disso poderia ser realizado sem o empenho da diretora de ensino, dos dirigentes, dos alunos. Do apoio que recebemos da Prefeitura de Diadema, por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e de Cultura, e também dos meus colegas que são tabeliões de notas, Rodrigo Dinamarco e Carlos Petrucelli, além do banco Bradesco”, destacou.

Presente ao evento, o secretário de Cultura de Diadema, Eduardo Minas, ressaltou que o festival fomentou a divulgação da cultura no município. “Essa ação do cartório deu uma movimentada muito grande dentro das escolas da rede pública do estado. Da parte da prefeitura, com a cessão do teatro, tomamos conhecimento maior do projeto. Então, disponibilizamos nossa equipe. Os professores da nova Casa da Música agregaram ao corpo de jurados. Fizemos performances com nossa equipe, ajudando a promover a cultura. Achei fantástica essa iniciativa”, afirmou.

Os vencedores da categoria samba, Pedro, Gabriel, Flávio, Carlos e Mateus, afirmaram que o processo, desde a escolha do tema até a letra da paródia, durou uma semana. “O professor passou os temas e a gente foi conversando e decidiu pegar o tema moradia. As pessoas não têm onde morar. Ficam embaixo das pontes. Pegamos essa ideia porque afeta muitas pessoas. Todos nós escrevemos a letra. O professor mudou algumas coisas, mas levamos uma semana para fazer tudo”, disseram os jovens da EE José Iamamoto.

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