CNJ e Registradores de Imóveis da Capital viajam à Inglaterra em prol dos meios eletrônicos

O Presidente da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (ARISP) e 1º Oficial de Registro de Imóveis da Capital, Flauzilino Araújo dos Santos, o 5º Oficial de Registro de Imóveis, Sérgio Jacomino, junto aos Juízes auxiliares da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Marcelo Martins Berthe e Antonio Carlos Alves Braga Júnior; com a Juíza de Direito da 41ª Vara Cível do Fórum Central/SP, Tânia Mara Ahualli e o Desembargador Luis Paulo Aliende Ribeiro vão participar de 16 a 24 de junho, de uma visita técnica a Londres para conhecer o sistema eletrônico de Registro de Imóveis da Inglaterra.

“O sistema eletrônico tem sido decisivo para que possamos trabalhar na implementação de ferramentas e cumprir a expectativa da sociedade de toda a cadeia produtiva no que se refere à modernização dos serviços de registro de imóveis”, afirma Flauzilino.

Segundo o Juiz Auxiliar da Presidência do CNJ, “Como estamos desenvolvendo um sistema eletrônico para os cartórios de registro de imóveis no Brasil, precisamos conhecer outras experiências”, comenta Antonio Carlos Alves Braga Júnior.

Flauzilino ressaltou que o Registro de Imóveis no Brasil é um serviço público exercido em caráter privado, e tal modelo se tornou um caso de sucesso fora do país, a ponto de receber visita de delegações estrangeiras para ser um exemplo a ser seguido.

No ano passado, o presidente da ARISP e os juízes do CNJ viajaram à Europa com a mesma finalidade. “Alguns recursos de Portugal e Espanha, já foram incorporados ao modelo em desenvolvimento no Brasil”, comenta Braga Junior.

“Portugal está com todo sistema virtualizado e com um banco de dados centralizado, o que não é adequado à dimensão do Brasil. Já a Espanha dispõe de um sistema gráfico de todo o território espanhol. Esse modelo, é formado por várias camadas, o que permite o cruzamento de diferentes informações. Estão muito desenvolvidos nessa área e temos a intenção de aproveitar toda essa tecnologia”, explica Braga Júnior.

O registro de imóveis no Brasil é feito de forma descritiva das características da terra, e ainda faz pouco uso de recursos gráficos. “O projeto, em desenvolvimento para os cartórios da Amazônia Legal, prevê o uso de mapas eletrônicos para identificar e registrar os imóveis, com enorme ganho de precisão”, informa.

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