O que você não pode perder na 33ª Bienal de São Paulo?

A TV Registradores esteve presenta na 33ª Bienal de São Paulo – Afinidades afetivas.

Desta vez, a Bienal buscou um modelo alternativo ao uso de temáticas privilegiando o olhar dos artistas sobre seus próprios contextos criativos. A mostra reúne doze projetos individuais e sete mostras coletivas organizadas por artistas-curadores, nos três andares do pavilhão do Ibirapuera.

Com curadoria de Sofia Borges, adentramos no mundo “A infinita história das coisas ou o fim da tragédia do um”, que parte de uma leitura sobre a tragédia para investigar os limites da representação e da impossibilidade da linguagem enquanto instrumento de mediação do real.

Já o setor “O pássaro lento” conta com a curadoria Claudia Fontes, onde o ambiente parte de um livro fictício homônimo cujo conteúdo é desconhecido. Fontes e os artistas convidados apresentam trabalhos que ativam as aproximações entre artes visuais, literatura e tradução através de experiências que propõem uma temporalidade expandida.

Dois dos trabalhos selecionados pelo curador Gabriel Pérez-Barreiro pretendem analisar ou construir uma estética própria, cada uma à sua maneira – a própria proposta da Bienal. As pesquisas de Bruno Moreschi e Luiza Crosman se relacionam com a corrente da crítica institucional e fogem de suportes artísticos tradicionais. Os artistas expõem um olhar crítico sobre como a arte funciona, como ela é exibida e justificada.

No último andar da Bienal, conferimos algo que os nossos olhos passam tempo observando: pinturas inéditas que ressoam o aspecto lírico da música popular brasileira.

Com o nome de ‘O cotidiano como inspiração’, a artista Vânia Mignone incorpora cores fortes à sua estética mais conhecida como uma expressão do cinema, dos quadrinhos e também dos games.

Ainda no mesmo andar, entramos em um habitat de entender a ocupação dos espaços.

Denise Milan vai às profundezas buscar a essência do Brasil, tudo em uma profunda narrativa a procura do sentido para a humanidade.

A 33° propõe a cada visitante um mergulho na arte contemporânea de várias expressões de arte percorridas pela América Latina, e ao longo do percurso, o mundo natural e a criatividade propõem um exercício de reflexão e auto introspecção.

33ª Bienal de São Paulo – Afinidades afetivas vai até 9 de dezembro.
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www.bienal.org.br

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