Veja as matérias da “Série imóvel” divulgada pelo Jornal Nacional

Na semana passada, o Jornal Nacional exibiu uma série de reportagens sobre o mercado imobiliário, que está aquecido no país. Só em São Paulo, no primeiro semestre deste ano, alguns apartamentos ficaram quase 80% mais caros do que no mesmo período do ano passado.

A primeira reportagem da série, veiculada na segunda-feira (02/08), enfocou a escolha do imóvel.  Segundo a matéria, no Brasil, as pessoas trocam de casa em média a cada sete ou oito anos e, apesar desse intervalo, a compra nem sempre é planejada. Quando a mudança é urgente, uma opção é descartada imediatamente: a do imóvel na planta. Este tipo de negócio é uma alternativa para quem tem pouco dinheiro para entrada, já que o período de pagamento é maior. Até a entrega das chaves, as parcelas são corrigidas pela inflação. O imóvel se valoriza durante a obra. O preço inicial é menor porque o comprador assume o risco de ele não ficar pronto.

Outra opção citada na reportagem é o imóvel novo, pronto. De acordo com a matéria, neste caso, o imóvel sai mais caro e, em tese, requer menos manutenção do que um usado, mas exige gasto extra, como colocar pisos nas salas e quartos. Já uma casa ou um apartamento usado custa menos, costuma ter área útil maior e, dependendo da conservação, o comprador ganha poder de barganha.

Assista a reportagem abaixo.

 

 

Na terça-feira (03/08), segundo dia da série “Imóveis”, o Jornal Nacional mostrou as opções de financiamento. A reportagem citou sobre simuladores de finenciamento na Internet disponível no site de alguns bancos.   

Assista a reportagem abaixo.

 

 

Na quarta-feira (04/08), o Jornal Nacional divulgou sobre os cuidados que se deve ter com relação aos documentos do imóvel para que o comprador não herde dívidas nem processos.

A informática é uma mão na roda para ajudar com a burocracia na vida de quem já escolheu um imóvel. É fácil tirar na internet, de graça, as certidões negativas de quem está vendendo e do próprio imóvel. São documentos que asseguram a tranquilidade do negócio para o comprador.

“Se o imóvel está quites com relação a impostos municipais, com relação se é um imóvel novo à sua própria construção, enfim, são cuidados que devem ser tomados por quem compra imóvel”, disse Flauzilino Araújo dos Santos, da Associação dos Registradores Imobiliáros de SP.

As principais certidões são emitidas pela Justiça Federal, pela Estadual e a Trabalhista. Os documentos serão analisados pelo cartório. A visita ao cartório pesa menos no bolso de quem financiou a compra da casa própria. As despesas com registro do imóvel, por exemplo, caem 50% para os clientes que optaram por usar o crédito do sistema financeiro de habitação ou dinheiro do FGTS.

Quem está financiando também não tem gastos com escritura e tem desconto no ITBI, Imposto de Transmissão de Bens Imóveis, uma taxa municipal. A redução varia de acordo com a cidade. 

Assista a reportagem abaixo.

 

Fonte: Site JN/ Redação iRegistradores

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